Entrando em Mongolia
Estamos na fronteira entre Rusia e Mongolia. A pesar de que imos no comboio que teoricamente mais rápido fai o paso de control de pasaportes, já levamos um par de horas parados e o tedio nos invade
Ontem e hoje estivemos em Ulan Ude, no país dos buratios, onde a mezcla de razas e mui evidente e donde a maior parte da povoaçom têm rasgos de étnia mongola. Quedamos encantados da cidade, a povoaçom é muito mais amável que em outras partes de Rúsia, as vezes rozando situaçons inverosímiles, como quando um tipo que ia com o seu filho pequeno se nos acercou a preguntarnos de onde eramos. Sempre é dificil explicar onde está a Galiza, assip que o tipo pensou que eramos portugueses (já sabedes que nos a Espanha nem a nomeamos) e o tipo quedou flipado, tanto que lhe chantou um bico a Pili. Foi mui chulo. As pessoas que trabalhavam no hotel também flipavam bastante com nós. A ver que faziamos por aquí em inverno. Até a comida da ceia foi a melhor que tomamos em Rusia!


A cidade é mui tranquila, com umha estatua da cabeza de Lenine, que seica é a mais grande do mundo, e onde nos atopamos a umha comitiva de umha boda que se estava a fazer as fotos essas que se fam quando te casas diante do cabeçom. Foi mui divertido.


Em fim, que deixamos Rusia e nos adentramos em Mongolia. Como valoraçom do país, eu tenho claro que nom vou voltar em um periodo de tempo longo, cousa que nunca dixem de nenhum país onde estivem, mas em este nom me sentim cómodo. Paresce que a transiçom, ainda que já levam 20 anos, ao capitalismo provoca infelicidade e esa actitude se transmite cara todo. Um de vacacions nom esta para aguantar em todo momento malas caras, respostas elevadas de tono ou actitudes desagradáveis. Se bem é certo que também estivemos com gente amável, a tónica habitual nom foi assim.

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