Ulám Bator, contaminaçom e gripe A
Levamos já um dia em Ulám Bator. Onte chegamos cansadísimos da viagem em comboio e apenas caminhamos um pouco pola cidade. Comimos no hotel (um restaurante chino bastante malo) e fixemo-nos umha ceia a base de queixo e embutido regado com um chianti italiano. Estava-mos cansos
A primeira impressom que te levas da capital mongola é a contaminaçom que há. Saquei um par de fotos desde a janela da habitaçom do hotel.

Aspecto às 09:00

Aspecto às 12:00
A medida que vam pasando as horas a nuvem de fume se vai reducindo, nom assim o cheiro a queimado que o invade todo. A cidade têm tres centrais térmicas de carbom metidas no medio e medio. Além, nos bairros pobres nom chega a electricidade, ou se chega as pessoas nom podem pagala para usa-la para quentar as casas assip que queimam qualquer cousa que atopam e o resultado de todo esso é a pestilencia e o fume tam exagerado que há. Investigando um pouco, seica que os casos de cancro de pulmom, bronquites e neumonías som elevadísimos.
A temperatura é oscilante, nom como em Siberia onde grau arriba abaixo mais ou menos estavas sempre a mesma temperatura. Aquí a primeira hora da manha podes estar a -21ºC e a meia tarde a uns agradáveis -6ºC. E nom é conha, a estas alturas até nos parece cómodo estar só a menos 6.
O fume e as temperaturas tam agresivas fam que nom saiamos do hotel até o meiodía. Realmente custa respirar.
A cidade polo demais está bastante cascada, muitas das aceras estám sem pavimentar e se atopam contrastes bastante grandes, como pontos de wifi gratuitos no medio dumha zona que têm necesidades mais urgentes para o comum dos habitantes.

No centro os contrastes se acentuam, com edificios grandes e majestuosos, modernos e innovadores, e ao lado casas em estado calamitoso.

Ontem tentamos ir aos museios mais importantes da cidade. Pero estám pechados com a paranoia da gripe A. A maior parte da gente anda com mascarilhas postas, ainda nom sabemos mui bem se por culpa da contaminaçom ou da gripe. A ver se investigamos.

Seguimos a festa, hoje iremos a ver templos budistas e a sumergirnos na gastronomía mongola, que de seguro nom nos vai a deixar indiferentes.

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