Última mensagem da viagem, ou eso espero! [ go ]
Olá a todas e todos!!
Comezo a escrever este post desde o aeroporto de Bangkok, que têm um nome desses impronunciaveis polo que nom o vou a poner.
Polo de agora a viagem de regreso poderia ser melhor, no aeroporto de Hanoi nom puidem colher todos os bilhetes e estivem que andar como um tolo por este aeroporto (que por cima e enorme) a buscar onde estava o mostrador da Lufthansa para poder colher o bilhete definitivo cara Frankfurt. Conseguino e sobrarom-me 20 minutos, o que nom é nenhuma maravilha mas tendo em conta que me levou 1 hora e meia fazer todo o papeleo pois nom esta tam mal. Agora só queda que em Madrid me dea tempo a recolher as malas e poder facturar todo na meia hora escasa que tenho. Mau será.
Bom e ao que iamos, desde o post de ontem onde vos ensinava os grafittis que lhe fixemos a mesa do restaurante italiano-yaqui-mexicano-vietnamita poucas cousas passarom, hoje adicamos todo o dia a recolher todas as cousas, fazer as últimas compras dos regalos obrigados e que se nos esqueciam, beber umhas cervejas, comer umha langosta com o Tin, um personagem mui interesante que tinhamos como referencia ao vir para cá e buscarnos a vida nos aeroportos. Essa é toda a historia.
Agora mesmo quedam poucos minutos para que colha o bicho enorme que me há levar daqui. A mim tahilandia nom é que me entusiasme assim que nom vou botar nada de menos ficar cá mais tempo. Por certo Eli, ao final nom tivem que sair por inmigraçom, assim que foi todo mais singelo.
Falando da Eli, ela fica cá com a sua irmã 15 dias mais, que atrevida que é a tipa! Chamareina ao chegar mais suponho que todo iria bem.
E polo de agora nom tenho demasiado mais que contar. Espero que nom passe nada com o aviom e que nom me toque (por o que seja, deus, marx, lenine ou ho chi minh) um neno ou nena pequena ao lado, e a ser possível a que este de longe polo menos a 50 metros de distancia. Eu cada dia estou mais convencido de que tinham que ponher um apartado para este tipo de bichos fora do aviom, seguro que iramos todas as passageiras e passageiros muito melhor e mais tranquilos. Eu por seas caso levo um par de pastilhas dessas mágicas para durmir. Ante a mais mínima possibilidade de lio paso a estado de inconsciência inmediatamente!
Passando a cousas mais serias, pois dizer que o Vietnam meresce muito a pena, as pessoas que vivem em este pequecho país de 80 milhons de pessoas som do mais interesante. É umha cultura que é totalmente diferente a nossa, polo menos essa é a primeira impressom, mais que quando a conheces com um pouco de profundidade ves que há muitas cousas em comum com a Galiza. Com a Galiza actual e com a Galiza de fai uns anos.
Umha cousa bastante curiosa, por ponher um caso, é o de que muitas das mulheres que ves nas cidades vam tapadas, nom, nom me refiro a que vam com vaquerios, refiro-me a que levam umhas lubas enormes que lhes tapam quase todo o braço e umha especie de mascarilhas para tapar a cara, esso junto com um pucho e umhas gafas de sol pois fam que pareszam que vam a fazer umha trastada. O que é em realidade é um auto-ódio cara a sua cor natural de pel. Aquí ao contrário que na Europa o que se leva é estar brancos, na europa quanto mais moreno estás paresce que estas muito mais sana. O tema vem porque seica que depois da guerra os campos quedarom tam cheios de artefactos explosivos que houve umha emigraçom em masa cara as cidades, e a gente do campo é mui morena de estar todo o dia ao sol com o sacho. Daquí vem seica que prefiram ir tapadas. na Galiza até nom fai muito tempo tinhamos o mesmo problema. O da cor da pel, que explosivos no pico sacro algum haverá mais nom é para produzir este efeito.
PAUSA PARA EMBARCAR
Bom já escrevo desde o interior do voo que vai a fume de caroço cara Frankfurt. Ao final tivem muita sorte com o sitio onte me puxerom, estou sentado ao final de todo, tenho mogolhom de sitio a minha esquerda. O único que podo criticar dos apenas 30 minutos que levo de viagem é que um tipo penso que sentou ao meu lado e que nom têm o sitio aquí, senom num dos do meio, mas bom, eu estou a escuitar a José Afonso e as suas tamanquinas e mais feliz que a nena que tenho a 2 metros ;-( Menos mal que paresce bastante tranquila.
Bom, continuarei um pouco m ais tarde que agora quero durmir um pouco. Bicos para todas e todos, já nos vemos mais tarde.
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Bom, já estou a altura de Odessa, cidade que si fixo mui famosa na peli do acourazado Potemkin (nom me lembro bem de que a cousa fora exactamente assim, mais acavo de despertar ;-). As pastilhas essas som do melhor que há, deveriam tê-las de balde em todos os voos, com cada copo de vinho umha pirula para durmir!
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Estamos já a ponto de aterrizar, como vou a ter que esperar agora 6 horas no aeroporto de Frankfurt para colher o aviom para a Espanha, pois nada, que se esso já escrevo algo desde lá entre cerveja e cerveja alemana. Vemo-nos.
ATERRIZAGEM
Cá estamos, som as 7:30 hora galega e ainda tenho que estar cá até as 11:30. No aeroporto este a comida é bastante tragável e a cerveja esta mui rica… je je je, eu as únicas veces que estava a beber cerveja a estas horas era em Compostela e com muito doping no corpo, mas bom, é umha experiência nova.
Das cousas que tenho pendentes de fazer por cá e ver se merco umha sudadeira ou qualquer cousa para tapar a camisola que levo, porque com tanto zume de laraja a tenho perdida de todo, e a penha que esta sentada ao meu lado me esta a mirar com cara rara, tam cocho e bebendo birras a estas horas… Em fim, que vou pedir mais umha
ACABANDO
Bom, já esta bem de tanto tocho. Agora mesmo som as 13:23 devemos estar como por Zaragoza. Em Madrid só me queda recolher as malas, salir da T1 ir a T4 voltar a facturar e listo, para Compostela que já tenho umhas ganhas de chegar… Em quanto possa publico esto e logo outro dia já colocarei umha coleçom da fotos apropriadas de toda a viagem. Esto rematou, chau!!
Última noite [ go ]
Esto é o que pasa quando te deixam umhas ceras de cores no restaurante onde estás a cear tam tranquilamente. Vai por vietnam!


Primeiro dia em Hanoi, vivam os hoteis de 4 estrelas! [ go ]
Olá a todas e todos!!
Depois do último post nos passarom bastantes cousas, imos por partes e a ver se me lembro de todas.
O último dia em Sapa foi do mais tranquilo, estivemos todo o dia a pasear, comer e beber.

Pasear paseamos mogolhom e conhezimos quase todo o povo. Sapa têm partes bastante feitas polvo a apenas uns metros das zonas administrativas que som todos edificios da colonizaçom francesa. Todos eles mui bonitos. Eram onde os franceses e francesas iam a pasar o verão já que na capital, Hanoi, fai mogolhom de calor. Mira que eram listos! como se os vietnamitas nom passaram calor!

Comer comimos a mogolhom, deixamos a um lado a comida vietnamita de tanto nooddle e tanta erva e pasamos a um restaurante de um tipo que tinha o pai emigrado na Italia. Eu comim um chuletom de 1Kg de terneira e a Elisa outro de 1/4 Kg. Ainda noto hoje o bicho no estómago!
E por último e nom menos importante o de beber. Menuda cheia! A cervejas, vinho, daiquiris e um coctel ao que lhe plantas lume que lhe chamam B52 (polo modelo de aviom que lanzava o napalm durante a guerra). Em fim, umha combinaçom do mais sana. Como esta maravilhosa combinaçom nos despedimos de sapa e da penha que vive aqui, que depois de vender o invendivel som do mais enrrolhado!

A última hora do dia nos meterom a 27 pessoas num minibus, pareciamos coelhos em jaulas, e lá nos fomos para Lao Cai a colher co comboio que nos trouxo a Hanoi. Vista a experiência da viagem de ida decidimos colher um compartimento de quatro liteiras para nós os dous, é dizer, pagamos duas liteiras de mais com a intençom de poder durmir sem necesidade de tomar as pastilhas que trouxo a Eli, nom houve forma. O trem tarda 9 horas em fazer os 350 Km. que há entre Lao Cai e Hanoi, parando e chirriando continuamente. É de tolos!
Depos de nom durmir quase nada chegamos as 5AM a Hanoi, caiamos do sono, e colhemos um taxi para ir o maravilhoso hotel Fortuna de 4 estrelas onde estamos a pasar os últimos dias da viagem. Nom nos deixarom entrar na habitaçom até as 12 da manha, com o que tivemos que estar 7 horas tirados no hotel esperando a que nos deixaram ducharnos e adecentar-nos um pouco. Mira que som majos! Nota-se que estamos a apenas 200 metros da embaixada de EE.UU.
A diferença de todos os hoteis nos que estivemos, cá a conexom a internet nom é de balde, 9 dólares por día de conexom, um timo em toda regla. Esso sim, estou a fazer umha cópia de seguridade de todas as fotos neste hosting. A velocidade de subida a tenho copada totalmente. O despertador da habitaçom nom funciona, e fai uns minutos acavamos de viver umha situaçom bastante subrealista. Vinherom duas mulheres do serviço de limpeza a ver se podiamos cambiar-lhe 12 euros que tinham em moedas por Dongs vietnamitas. As monedas nas casas de cambio nom se podem cambiar assim que as tipas as tinham todas guardadinhas para ver se algum turista podia cambiarlhas a moeda local. Se o sabemos montamos umha casa de cambio!
Ontem pola tarde no tempo que estivemos em Hanoi estivemos a passear polo casco antigo, é mui bonito e o tráfico é tam tolo como em cidade Ho Chi Minh. Também fomos a cear a um restaurante do mais particular. Mirade o bicho que tinham fora atado a umha farola!

Hoje a ver se vamos a ver museios e ao templo da literatura, nome mui fermoso para um sitio expectacular.
Segundia dia em Sapa: pulgas, moto e serpentes [ go ]
Olá mais umha vez desde Sapa!
O primeiro é contar-vos que os nossos temores de que tuvemos umha invassom de pulgas no comboio que nos trouxo cá estam quase confirmados. A Eli têm bastantes picaduras por todo o corpo, e mosquitos paresce que nom há em quantidade suficiente para fazer tal desfeita com o que é mais que provável a opçom das pulgas. Eu polo de agora continuo com as picaduras normais de mosquitos, mas mui pouca cousa.
Fora destas questons médicas ontem alugamos umha moto para visitar os arredores de Sapa. A moto é umha scuter desas de 4 marchas e com pedal de freno. Eu nunca conducira umha, e até que descubrim que o pedal que tinha no pe dereito era para frenar pois… ejem, que tivemos um inicio de paseio divertido de narices.

Dos arredores de Sapa o mais salientável é que as comunidades indígenas tenhem postos de control ao principio de cada povo onde tes que pagar religiosamente umha quota para poder visitar o povo. Umha forma bastante interesante de autofinanciaçom.

Os povos daquí estam compostos principalmente por comunidades agrícolas e artesanas. Com um cultivo predominante do arroz e umha gandeiria bastante mais importante do que temos visto em outras zonas do país, sendo de todas formas mui minoritaria.

Mas bom, a principal forma de finanzaçom é o acose e derribo ao turista. Funciona da seguinte maneira. Tu chegas despistado a um povo na tua moto alugada. Ves que no centro do povo há umha especie de bar e te dis. Oe, vamos a tomar-nos umha birra bem fria!
Ah! nom sabes vem o que te aguarda… Nacem como cogumelos do chao, em quanto te das conta estas inçado das terríveis vendedoras de artesanía locais. Normalmente movem-se em grupos de 5 a 10 individuas que te rodeiam totalmente, falando todas a vez para que lhes merques um bolso.

Rematas mercando 10 bolsos, 2 mochilas, 10 pulseiras, 1 manta e qualquer cousa que te queiram vender. A sua atraçom é impossivel de ser resistida. A Eli e mais eu estamos pensando seriamente fichalas para o choio, fijo que incrementam o volume de ventas um 70000000%.
Bom, para rematar o post de hoje, vos passo umha foto do jantar que tiverom ontem os de umha das casas por onde pasamos. Para que logo digam que estes nom comem de todo!

Manha temos o último dia em Sapa e o retorno a Hanoi. A ver se mercamos bilhetes novos e podemos durmir em umhas condiçons humanamente permisíveis.
Primeiro dia em Sapa. Pulgas na liteira do comboio. [ go ]
Olá a todas e todos!!
Hoje estamos em Sapa, no noroeste de Vietnam. Chegar até aquí desde o que contei no último post foi toda umha aventura, mas vaiamos por partes.
Em Hue colhemos um aviom que nos levou até a capital de Vietnam, Hanoi. Do aeroporto fomos até o hotel que tinhamos reservado para os dias 10, 11 e 12 e lá topamos com a primeira sorpresa. O hotel é um casino, o lema reza: Fortuna Hotel, para los negocios e o ocio (em inglês se entende). Tivemos que pagar 10 dólares para que puideramos deixar lá as maletas e poder ir cara Sapa mais ou menos vacios de equipagem. Na parte de abaixo do hotel esta o casino onde os novo ricos de Hanoi vam a deixar-se os quartos.
Estivemos fazendo tempo indo a visitar umha pagoda que há no principal lago da cidade. Umha atraçom para turistas, a pagoda é simplesmente um edificio com a clásica decoraçom chinesa onde há umha par de estatuas e umha representaçom de umha tartaruga gigante que dim que existe no lago esse. Comparado com as pagodas que fomos visitar em Hue esta é de conha.

Depois da pagoda fomos de visita ao bairro antigo de Hanoi. Hai que ter em conta que Hanoi apenas foi destruida na guerra de Vietnam contra os americanos ao contrário que a maior parte das cidades do resto do pais. O bairro antigo é increível, com milheiros de pessoas paseando pola rua, comendo e bebendo nos postos que há cada quatro pasos. Muita vida que já comprovaremos com detalhe quando estemos lá os últimos quatro dias de viagem.

E do mercado marchamos ao estaçom de comboios a colher o nocturno que nos levou a Sapa. Na estaçom a Eli perdeu o telefone movil e para continuar com as desgracias comprovamos que o bilhete que mercaramos em Hue nom era o que deveria ser. Pagaramos 50 dólares por um compartimento com quatro liteiras e rematamos metidos em umha de 6. Com apenas espaço para deitarse e moverse e com umha especie de colchom de espuma cheio do que pensamos som pulgas. Mais que nada pola quantidade de picaduras que temos por todo o corpo. Aguardaremos até manha embadurnados de antiestamínico e a ver que pasa.

Menos mal que a Eli levava pastilhas para durmir, e gracias a esso chegamos com mais ou menos forças a Lao Cai, povo onde para o comboio e onde colhemos um taxi que nos trouxo a Sapa. A experiência do comboio foi como durmir dentro de um ataude.

Sapa é um pequeno povo cheio de turistas e de Hmong e Dao duas minorias étnicas desta parte do país. Os Dao diferênciam-se do resto porque levam um pucho vermelho enorme.

Hoje dedicamos o dia a conhecer o povo e dizer continuamente "Kon Kamon" que é o nom obrigado ao vietnamita. Continuamente estam a vender-te qualquer cousa, desde artesania até prantas medicinais.
Manha alugaremos umha moto e tiraremos cara os povos que há por esta zona. A viver um pouco mais de cerca a realidade destes povos e a deixarnos os quartos em mercar pulseiras, camisas e cousas raras desas. A ver como rematamos.
NOTA: A melhor maneira de colher aprecio ao dentista é ver como têm esta penha os dentes. Completamente pretos. Nunca lavei tanto os dentes como hoje
Hue último dia. Mercado e chuletom australiano [ go ]
Olá de novo a todas e todos.
Hoje é o último dia que escrevo desde Hue, a capital imperial de Vietnam.

Como contava ontem hoje fumos ao mercado de Hue. A experiência nom foi tam catastrofica como esperavamos depois de visita-lo pola noite ontem. De todas formas nom têm nada que ver com o que vimos em Ho Chi Minh City, este é muito mais sucio e quitam-se-che as ganhas de comer mas bom, tampouco é para vomitar, polo menos pola manha, pola noite pensamos que ao ter as cousas tam cerca do cham as cousas comezam a empeorar e junto com o sol que fai aqui o tufo é insoportável.

Pola tarde fumos a ver a Pagoda principal de Hue. Nada que ver com a que fumos a ver o outro dia. Esta está muito mais turistificada e nom é tam autêntica. O que tem como destacável esta é que desde aqui saiu o famoso monge que se queimou ao bonzo como método de protesta polo régime que havia em Vietnam do sul.

Da pagoda regresamos em barco par ir de compras por Hue. A roupa aqui é mogolhom de barata, ao estilo do que mercamos em Hoi An, Um camisola de seda autêntica por apenas 10 dólares.
O mais destacável de hoje é que topamos com vários espanhois, no que levamos em Vietnam nom escoitaramos nada de espanhol mais hoje acabou-se a racha. Agora mesmo que estou escrevendo esto desde o pub do Hotel tenho detrás a quatro madrilenhos que estam a falar detrás noss a das suas féroas em maiorca. Ve-se-lhes integrados no país. Em fim, mais do mesmo.
Bom, manha irmos cara Sapa, umha zona rural de Vietnam que esta bastante menos turistificada que o resto do pais e donde convivem muitas minorias étnicas do pais. Nom sei se teremos conexom a internet assim que igual interrumpimos a crónica durate os próximos 4 dias.
NOTA: Da minha parte, bicos e abrazos para a nai de Eli, que sei que me les desde Cee. Prometo pasar as fotos em quanto chegue, que tenhem mais qualidade das que se vem no blogue. Menuda filha que fixes-te!!! e o que te deveu costar parila!!!!
Segundo dia em Hue: Sudor sem lagrimas [ go ]
Que calor, que calor, que calor… pero que calor fai em este pais!!! Viva o cámbio climático!!!!
Como vos contava ontem hoje pola manha fumo-nos de “tour” a ver tumbas dos emperadores de vietnam. As tumbas som de finais do século dazanove e principios do século vinte. Para o que estamos acostumados na Galiza esto é umha ruina, bom, literalmente esto é umha ruina, ao estado de conservaçom me refiro.

Tenhem escusa, aqui em Hue, durante a ofensiva do Tet na guerra contra os americanos ficarom destruidas muitas delas e depois os comunistas vietnamitas considerarom que como simbolo do feudalismo nom mereciam a pena ser restauradas. Hoje como o turismo manda, pois estam como deviam estar depois da guerra mas há umhas quantas pessoas preocupadas por que pagues os 2 ou 3 euros que costa a entrada.
Também fumos a ver umhas quantas pagodas, aqui a entrada é gratuita. É o que têm a religiom.

O da esvástica já volo conto outro dia, nom é que tenha relaçom com os nazis mas impresiona mogolhom.
Outra cousa interesante que contar do que pasa por Hue e a cozinha. Hue como era a cidade onde vivia o “imperator” pois têm umha cozinha mui adornada. Sabe-se que aos kings kongs estes pois gostavam muito da ornamentaçom da comida. Cá há nas cartas da comida umha movida que som como os menus do dia na Galiza, mas com 6 ou 9 pratos em cada menu. Os preços vam de 3 a 6 euros mais ou menos por cada menu completo.
Falando de comida, umha cousa que nom contei até o de hoje é que os vietnamitas som omnivoros, e nom o que todos e todas entendemos por omnivoros, estes comem qualquer cousa que nom seja venenosa, e as vezes ainda que o seja.

Em todos os pratos atopas com prantas que crescem direitamente no jardim de cada casa, folhas que há nos árvores que há na rua. Literalmente qualquer cousa. Segum a guia até vam a comer ao “Kentuky Fried Chiken”, que é umha cadea ao estilo do macdonnals onde se come alitas de polo. Estám completamente tolos!!!
Do mais espectacular que lim que se comia por cá, é o coraçom palpitante de umha serpe tomado na sua propria sangue. Os tipos colhem a serpe viva, arrincam-lhe o coraçom e mentras este palpita e o botam em um vasinho junto com a sangue que sai no processo. Dim que esto é um estimulante sexual. Nom me podo imaginar ningumha outra cousa que me corte mais o rolho.
Ainda que esto que conto poida parescer mui espectacular, a comida de todos os dias aquí e mui singela, sana, creativa e rica. Estas cousas que se pensam em occidente de que a penha por cá toma cão, gato, serpes, fetos de pato e cousas polo estilo nom é o normal para nada. Eu os cans que vim até o de agora estavam como em todos laos, tirado no chão morrento de calor.
Manha iremos ao mercado principal de Hue e igual levamos umha sorpresa, hoje passamos por lá e houve momentos que respirar estuvo dificil por culta do fedor que saia de algum posto. Mas mau sera, como muito deixamos o buffet do pequeno almoço lá. Manha vos conto.
Primeiro dia em Hue, ratas e timos [ go ]
Olá!!! Hoje estamos em Hue, a capital imperial de Vietnam.
O dia comezou com umha viagem em "taxi" desde Hoi An até Hue. Ponho taxi entre aspas porque em principio a Eli mais eu arranjamos com a familia proprietaria do restaurante onde ceavamos em Hoi An que o irmão do dono tinha um "a very modern car" para levar-nos até Hue. Depois de negociar duramente o preço, conseguimos que nos trouxera por 30 euros, que para umha viagem de 3 horas por carretera esta bastante bem de preço. Bom, ao final resultou que o carro era um Mazda que devia ter polo menos 20 anos e que estava nas últimas. Mais bom, foi umha viagem divertida, pasamos por sitios bastante bonitos escuitando umha mezcla de música dos setenda e oitenta onde o elemento em comum era que todas as cançons estavam em inglês e que nalgum momento decia-se "I love you".

Já em Hue e dado que era meiodia quedamo-nos a jantar no hotel, no meio da comida uns ianquis que estavam na mesa do lado roubarom-me um pucho que mercara ontem em Hoi An. Para fiar-te da gente americana… ;-(
Depois de jantar fumos até a cidade imperial, é umha preciosidade o sitio. Está um pouco feito polvo mas meresce muito a pena.


O mais destacável da viagem cara a cidade imperial (15 minutos a pé) foi que nós alugamos um serviço de ciclotaxi, que vem sendo umha cousa como umha bicicleta que tem engadido umha especie de "cazo" onde te sentas. É mui cómodo.
Cometemos o grande erro de nom acordar o preço antes de subir, e ao final por um trajecto de ida e volta de apenas 20 minutos nos clavarom 40 dólares. Um timo em toda regla, tendo em conta que em Vietnam umha comida num sitio normal pode sair-te por uns 3 dolares.
O mais salientável do resto do dia foi que fomos a cear a um restaurante que a Lonely Planet recomenda como umha experiência única, onde a comida a servem ao estilo imperial, mui adornada e com umha presentaçom expectacular. Certo é, o que nom conta a guia é que tes como acompanhantes ocasionais a umha parelha de ratas tamanho coelho que nos amargarom a ceia. Saimos de alí a fume de carozo!!!
Manha iremos de visita as tumbas imperiais, que tenhem umha pinta caralhuda. Contratamos os serviços de um camareiro do hotel que leva-nos ao marge dos tours organizados. Toda a manha por 15USD cada um. Veremos em que acava a aventura, mais pasado o de hoje penso que mau será que voltemos escarmentados.
A foto do dia [ go ]
Suponho que depois farei a crónica do dia, que para algo da, mas deixo-vos polo momento com a foto que me sacou a Eli. Que calor fixo hoje!!


