Paraty, turismo paulista [ go ]
Olá!!
Tres dias pelexando com os do hotel de Paraty para ver se davam posto a funcionar a Wi-Fi gratuita. Tres dias dizindo-me que amanhá estava solucionado, que já chamavam ao esperto em redes inalámbricas mas ao final nom houve maneira. Esto da internet paresce que nom era para eles umha prioridade. O sinto pola pausa na publicaçom desta crónica de viagem brasileira.
Contava no anterior post que iamos de caminho a um povinho colonial, com poucas ruas e sem carros e tal. Bom, Paraty é hoje um destino turístico preferencial para a gente de muita pasta de São Paulo. Em efeito e como aparescia nas guias o povo é peatonal e têm apenas umhas ruas empedradas do século XVII. Digo empedradas porque som de pedra mas nom vos pensedes que a cousa está adoquinada ou que como nas nossas vilas galegas o chao é liso e com pedras lisas, nom, em Paraty há uns cachotes postos quase de qualquer forma encaixados em areia e que fam que caminhar seja toda umha esperiência para os nossos nocelhos, alem de que em vez de estar mirando para os edificios ou as tendas estás a mirar sempre para abaixo tentando nom romper algumha parte da perna ou dos dedos do pé, ou com mala sorte de umha caida que te pode abrir a cabeza em dous. Canteiros paresce que aquí nom havia.
Históricamente este povo era o ponto de embarque do ouro e pedras preciosas que os portugueses traziam desde o estado interior de Minas Gerais e que financiavam a coroa de Portugal. No século XVII ou assim abrirom umha estrada que conectava Minas Gerais com o Rio de Janeiro, o novo porto onde embarcavam todo o esquilmado, e o povo prácticamente desaparesceu. Passou de 18.000 habitantes a apenas 1.000. De essa maneira chegou até meiados do século XX increívelmente bem conservado já que nenhuma pessoa parava cá nem se adicava a fazer urbanizaçons. Nesse tempo foi onde o governo brasileiro fixo umha estrada que o conectava com a civilizaçom (antes só se podia chegar em barco e só havia tres barcos ao ano). Assim chegou o novo ouro a Paraty. O turismo. E como na etapa colonial também chegarom europeus e gente de outros lugares do Brasil a fazer o negócio.

Se bem o engendro ainda nom colheu as dimenssons que vimos fai um par de anos em San Pedro de Atacama em Chile, onde a povoaçom local estava totalmente desplazada por europeus, ianquis e outros especímenes similares, desde o meu ponto de vista a cousa anda polo caminho. Nos contava um marinheiro daquí que o preço da vivenda em Paraty é 5 veces mais caro que na periferia assim que ninguem de Paraty vive já no povo. A gente daquí foi vendendo as suas casas e agora esto está cheio de restaurantes, hoteis e tendas de roupa. Quantidades ingentes de comercios por todos lados ao estilo dum grande centro comercial.
Para nós, como turistas que nom vivemos aquí pode ser fácil criticar que existam tantas tendas e que a gente já nom se adique a tarefas mais diversas ou que abandonen o jeito tradicional de ganhar-se a vida para estar volcados com os serviços para gente coma nós, trotamundos do planeta na búsqueda de sítios idílicos e con encanto, mas é que na verdade o turismo de esta zona polo de agora permite que o povo tenha um nível de conservaçom muito bom. Se o preço a pagar por manter os sitios urbanísticamente falando de forma correcta e nom convertendo a estes lugares em um outro Torremolinos pois igual meresce a pena.
Porcentualmente desconhecemos que nivel de involucraçom empresarial existe nos negocios pola gente de Paraty. Do que nos tocou mais de cerca sabemos que os trabalhadores do Hotel nom eram da zona, mas um marinheiro com o que fomos a dar um passeio sim que era daquí.
Nós o que fixemos os dous dias que tivemos disponíveis (mais um foi adicado a chegar aquí, que nom é mui singelo e rápido que digamos) foi percorrer a zona.
O primeiro dia decidimos alugar um 4×4 e fazer um percorrido polas cachoeiras (fervenzas). Nesta parte do país há poucos carros assim que o despreço absoluto dos brasileiros polas normas de conduçom nom supuxo um maior problema para guiar.
Das fervenzas que vimos a mais destacável foi a que aparesce na foto de abaixo.

Se vos fixades, na parte superior dereita vem-se umhas pessoas assim que podedes colher a dimensom do asunto. Em esta fervenza a diferencia das que vos podedes imaginar a auga nom fai um salto de x número de metros, aquí o que passava era que um manto de auga fino percorre um cachote de pedra de tamanho descomunal. Paresce ser que há gente que fai surf aquí. Colhem carreira na parte de arriba e vam "surfeando" de pe até a poza que há no final. A gente de este planeta o fai sentado. Para a Pili a cousa dava-lhe medo, e para o Raul a auga estava fria, que é outra forma distinta de dizer o mesmo, assim que nos quedamos com a experiência de ver a um grupo de gente a correr e lanzarse de cú polo pedrolo abaixo.
Na zona também há umha ponte colgante bastante chula e aparentemente ao ponto de ir-se abaixo no próximo segundo.


A da foto de arriba é outra fervenza. Esta tinha prezo de entrada, 2 reais (66 centimos) em conceito de taxa de conservaçom. Quando estás de viagem nom estás a discutir estas cousas tam subrrealistas assim que pagamos e nos adicamos a ver em que se aplicava a taxa. O conto era que havia duzias e duzias de papeleiras ao longo do caminho desde o aparcamento até a fervenza. Ficavas impresionado por tal nível de compromiso com a indústria das papeleiras de plástico.
No segundo dia nos adicamos a fazer um passeio em barco pola bahia de Paraty. Esto o recomendava as duas guias que levamos e mais também a gente que trabalha no hotel. Nom podiamos deixar Paraty sem fazer o passeio assim que lá fomos ao porto. Conseguimos alugar um barco com capacidade para 20 pessoas para nós os dous sós (nota-se que nom estamos em tempada alta) e baixo um ceu anuvado lá marchamos a navegar.
O primeiro que chama a atençom dos arredores é a grande quantidade de chalets a 10 metros do mar que há. Muitos deles com uns iates atracados na beira. Vamos como quem deixa o seu carro aparcado na porta da casa mas esto com os barcos. Também nos dimos conta que há um aeroporto para jets privados na zona. A penha de pasta de São Paulo o passa em grande aquí.
Nós adicamos o tempo a ver as duzias de ilhas e a fazer snorkel por primeira vez na nossa vida. Ficamos encantados de nadar arredor de centos de peixes de cores. Umha experiência maravilhosa.

Outra das cousas a destacar foi que o restaurante onde paramos a comer está num ilhote na metade da bahia. A 50 minutos em barco do povo. O menu compom-se quase exclusivamente de peixes grelhados que estam bem ricos. O endereço do Eh-Lahô que é o nome do hotel som umhas coordenadas geográficas. É umha magoa que podem clavar-te o que queiram pola comida, sem pagar nom vas a marchar.
Regresamos a última hora do dia todos contentos pola experiência. A chegada ao hotel foi quando nos dimos conta de que apesar de estar anuveado o sol queimava igual. Assim que já voltamos a estar como camaróns a prancha.
Mais umha das cousas a destacar e desta volta nom mui positivamente é a fama que teóricamente têm Paraty como ponto de encontro de gastrónomos. As guias falam do povo como um lugar onde varios cocinheiros estupendos montarom os seus restaurantes. Um já se imagina a um Arzak farto das cidades com um restaurante expectacular aquí, sem as tonterías das guías gastronómicas mas de seguro excelentes na qualidade da comida. Pois bem, o melhores restaurante da cidade, um que teoricamente aparesce em nom sei que guia dentro dos 100 melhores restaurantes do mundo defraudounos um montom. Na Galiza seria um mui mal restaurante. Umha pena.
De Paraty marchamos a ver a final do premio da F1 a São Paulo. Se ganha o Felipe Massa a festa vai a ser como aquela cançom de Vinicius de Morais "A copa do mundo é nossa, com os brasileiros nom há quem possa…"
Sem Wi-Fi [ go ]
Olás!
Até o próximo hotel acho que nom vou a ter conexom, assim que nada, já vos contarei que tal por Paraty um pouco mais adiante. O povo é o típico destino turístico tranquilo, ao estilo de San Pedro de Atacama em Chile.
Adeus Rio de Janeiro [ go ]
Reolás de novo,
Hoje iniciamos caminho para Paraty, um pequeninho povo a meio caminho entre Rio de Janeiro e São Paulo, a capital económica deste enorme país.
Nestes días que passamos em Rio tivemos experiências bem chulas, como o passeio em helicóptero, as praias som mui expectaculares tendo em conta que estám a beira da cidade e nota-se muito que o governo da cidade as cuida com muito esmero. Há postos de vigiância cada poucos metros e tenhem um servizo de limpeza bastante eficaz. Todo esto se traduz em praias limpas, com muita gente amável, seguras e divertidas.
Outra das cousas mui positivas que vimos em Rio é a liberdade com a que a comunidade Lesbi-Gay vive a cidade. Sem agochar-se e sem tapuxos de nenhum tipo.
Se fixeramos umha comparaçom com o Salvador da Bahia, Rio é umha cidade onde a sensaçom de seguridade é mais alta, a pobreça extrema nom está a vista do turista e situaçons como a de que te entrem nenos e nenas pequenas a pedir-te que lhes compres um cartom de leite nom se vem, ao contrario que no Salvador onde um dia ficamos sem comer porque regalamos a comida que tinhamos no prato a um rapaz que nos a veu a pedir. E depois quedamos sem fame mirando para os nossos bandulhos de obesos occidentais.
O que sim é mais visível em Rio, muitissimo mais visível é as ruas com gente prostituindo-se, fundamentalmente transexuais. Avenidas cheias de mulheres/homes em grupos e com roupa mui ajustada.
Desgraciadamente quedamos com ganas de fazer muitas mais cousas das que nos deu tempo. Entre o dia das eleiçons e um dia feriado que houve para os funcionários públicos apenas puidemos ir a museios ou a ver edificios históricos porque estavam pechados. Só no último dia fomos a um local de Samba, onde a música é atronadora e a festa mui divertida. Ficamos com ganas de mais.
Como no Salvador marchamos com pena. Paraty, o nosso próximo destino é um pequeno povo de apenas umhas ruas, onde os carros estám proibidos, todas as ruas som peatonais. Algum dos melhores restaurantes do Brasil estám aquí e o entorno selvático é expectacular. Centos de ilhas com praias desertas. A ver se há algumha Wi-Fi para poder conectar mas a cousa promete. Umha pausa que necesitamos depois de duas macro-cidades.
Beijinhos amorosos para todos e todas!
Pão de Açucar [ go ]
Olá guapas e guapos!
Hoje foi jornada eleitoral em Rio e na maior parte do Brasil assim que quase todo estava pechado. Musseios e organismos oficiais já nom abrirom em todo o dia polo que apenas estivemos de passeio. Como todavia estamos queimados polo sol de fai um par de dias nom podemos ir a praia. Umha lástima.
Do destacável de hoje é que provamos o Polvo a Feira verssom brasileira. Nom é conha, até lhe chamam assim, de seguro que o retaurante é de algum galego/a. Lá vai a foto. (estava fatal)

O que sim nos gustou muito foi ir a ver o por-do-sol ao Pão de Açucar. Um pelouro que há cá no Rio e que é bastante alto. Sube-se em teleférico e as vistas som muito lindas.


Por certo, Ruben tinhas razom, em Copacabana há o Media Pataca, nom entramos más aquí está
Rio by Air, the video [ go ]
Rio by Air [ go ]
Ontem tivemos a inmensa sorte de poder fazer um percorrido em helicoptero por Rio de Janeiro. Aquí estam as fotos. Também há video que subirei nos próximos días.
Aínda que apenas forom 15 minutos, valeu muito a pena. Tardaremos em esquecer a experiência.
O Helicoptero
A Lagoa
Ipanema
Ipanema
Ipanema (esquerda) e Copacabana (dereita)
A Pili fazendo video
Barco
Pão de Açucar
Igreja rodeada
Zona financieira


Maracaná
Favela
Corcovado
Corcovado
Corcovado
A Pili baixando do parato
Rio, dia 1 [ go ]
Olás compás!
Já estamos em Rio de Janeiro. Polo de agora ainda nom saímos da zona do hotel já que ontem com o cansáncio da viagem deu-nos tempo a ir a cear e pouca cousa mais.
O único destacável foi a cea no restaurante Aprazível, um sitio cerca do nosso hotel que está no bairro de Santa Teresa. Esta zona é onde vive la gente de bien de Rio. Control da polícia a entrada, cámaras de seguridade por todas partes… o hotel por seguridade nem têm cartaz na entrada. Tu chegas a um número e tes que chamar ao telefonilho… na minha vida estivem num sitio assim…
Para destacar da cea de ontem foi que provamos o vinho brasileiro. A mim recordou-me um pouco o vinho do Vietname. Esto é, mui afrutado e com mui pouco aroma a barrica. O indignante foi o prezo. 30 eurazos por um vinho que na Galiza nom pasaria de vinho de mesa do mais normalinho…
Deixo-vos com umhas fotos desde o hotel, que polo de agora o que tem de bom som as vistas, porque do resto… só dizer que ontem quando estavamos a durmir caeu-lhe a Pili um verme de 10 cm do teito acima da espalda. Com o susto levamos toda a noite sem durmir.


Resumo de Salvador de Bahia [ go ]
É muito dificil fazer umha valoraçom de Salvador de Bahia só com os dias que estivemos lá.
A pregunta mais evidente pode ser a referidade a seguridade. Sob o conceito galego que temos de seguridade, desde logo Salvador é umha cidade muito insegura. As diferências sociais som mui fortes, e é habitual ver situaçons de probreça extrema. Muita gente durmindo na rua, muita gente com problemas graves com as drogas… situaçons dificiles das que por suposto vou cuidar-me muito de fazer valoraçons de guiri progre occidental.
Com umhas mínimas precauçons de seguridade a cidade é visitável perfeitamente. Esto nom é um territorio de guerra nem nada similar. A paranoia previa depois de estar lendo muita informaçom sobre a seguridade pode levar-te facil a ver situaçons de muito risco por todas partes, mas em uns dias todo se normaliza.
Desde um ponto de vista histórico sobre o papel dos galegos e galegas cá podo dizer que o 80% da populaçom do Salvador é negra, durante a época exclavista forom trazidos para o Brasil 4.500.000 de esclavos para trabalhar para os terratenientes portugueses. A principios do século XX e sobre tudo durante a guerra civil os galegos forom chegando em masa. A comunidade de galegos mais grande do Brasil está na Bahia. A primeira geraçom de emigrantes fixo-se com umha parte mui importante do comercio que como passa em todos os lados foi-se perdendo com os filhos e os netos.
Do tema del comer um par de apontamentos. Por um lado há um conceito curioso das doses. É habitual que os preços dos cardápios sejam para duas pessoas. Nom sabemos como faram as pessoas que vam comer soas. O vinho é prácticamente inexistente e o pouco que há é chileno. A norma é comer com cerveja, Skol ou Antártica podem ser as marcas mais habituais nesta zona do Brasil.
O peixe o preparam muito frito, fritidíssissimo, de facto têm umha costra por fora de tam passado que está. As gambas é outra das comidas habituais, eles chamam-lhe camarom mas nom têm nada que ver com os nossos camarons. A moqueca é umha forma bem curiosa de preparar as gambas. É um guiso com leite de coco, azeite de palma e agumha que outra cousa mais. Mezclase com diferentes salsas e com farinha de mandioca. A mezcla é muito sabrosa. De todas formas a Galiza continua a ser com umha diferência abismal a melhor zona do planeta que conhecemos para comer os deliciosos froitinhos do mar.
Em carnes polo de agora só probamos a carne ao sol, que vem a ser como um lacom desalado, cortado em filetes e depois fritido. Eu pessoalmente nom gosto demasiado de essas cousas tam secas mas tenho que reconhecer que tampouco estava mal de todo.
O acarajé som uns bolinhos recheos de gambas e salsa. É como fazer um bocadinho de moqueca. Bastante rico mas um pouco dificultoso a hora de comelo. No sitio onde o provamos nós nom lhe quitaram a cáscara as gambas e custava um pouco comer o bocata tendo que apartar continuamente as cáscaras.
Umha das cousas que pior estamos a levar desde um ponto de vista gastronómico e a ausencia de pam nas comidas. Vale que por exemplo no Vietname com o tema dos paus para comer nom o botas muito em falta, mas aquí com um guiso cheio de umha salsa estupenda para fazer umhas sopas é realmente umha pena.
Marchamos com pena do Salvador, é um sítio bem gostosso!
Chao Salvador, olá Rio de Janeiro [ go ]
Olás!
Ontem rematamos a nossa visita ao Salvador.
O dia nom se presentou muito bom, por primeria vez que levamos aquí nos estivo a chover, 30 minutos. Aquí a temperatura é tam abafante que rematamos quase que bailando em bolas debaixo da chuva, como indios num ritual religioso. Deve ser das poucas veces que me alegro de que esté a chover.

Em quanto escampou iniciamos o último percorrido pola cidade conhecendo os elevadores que unem a cidade alta com a cidade baixa. O Pelourinho e a zona histórica estám na parte alta e na parte baixa o centro financiero, o porto e os edificios modernos. Para que o tránsito de pessoas se faga com mais comodidade o que se lhes ocorreu aos Bahianos foi colocar uns ascensores… si, estades a ler bem, ascensores marca OTIS. Bom, mais que ascensores som montacargas e por 0.05 reais (mais ou menos 2 centimos de euro) fas a subida sem ter que andar escalando

Na foto, a dereita, podedes ver as instalaçons do "Elevador Lacerda".
Estivemos depois numha concentraçom dos do MST (Movemento dos Sem Terra) que nas cidades estam reconvertidos ao Movemendo dos Sem Teto, que vem a ser algo assim como o movemento por umha vivenda digna que há na Galiza. Podemos estar a miles de quilómetros mas os problemas da gente som os mesmos.
E depois nos fumos a misa. A igreja da nossa senhora Rosario dos Pretos. Ejem, nom o puidemos evitar mas tedes que ter em conta que… o cura bailava Samba!!! e o coro estava composto por varias negras com umhas vozes estupendas e um par de bongós como percussom.

Já de noite nos fomos a um concerto de samba-reege-loquesea que seica se fai de forma gratuita todos os martes. Lá estivemos a bailar ao Bob Marley mentras se cheiravam uns efluvios marihuaneros estupendos.
Para rematar a noite estivemos num bareto que há cerca do hotel que se chama "Bar lanchonete, A cruz do Pascoal" Já nos dixeram que o regentava um galego. Ao entrar havia umha foto da ria de Vigo, e polas pintas do que parescia o dono e sobre todo por um senhor maior que estava apoiado numha esquina da barra, tomando umha taza de branco!!! (aqui só se bebe cerveja) já nos dixemos que nom podiamos estar equivocados. Estávamos num recuncho da Terra.
Para entrar-lhe ao dono do bar nom se nos ocorreu melhor cousas que pedir-lhe umha de berberechos. O tipo nom dava creto… quedou todo contrariado e dizendo com voz baixinha, "aquí nom temos de esso" Depois de um par de horas de conversa amena, umhas quantas cervejas (o vinho tinha umha pinta de só apto para alcoolicos) despedimo-nos com abrazos e promesas de eterna amizade.



