Primeiro dia em St. Petersburgo. [ go ]
Pero que frio fai neste pueblo! Dia de paseio e primeira toma de contacto com a cidade. Nada a destacar a nom ser o frio que te cagas.
Umhas poucas fotos para ilustrar





Quinto e último dia moscovita [ go ]
Ao igual que na vida diária, há dias que quase é melhor nom levantar-se da cama. O último dia de Moscova assim foi.
Comezamos o dia com a visita ao mausoleo de Lenine. Ao igual que o mausoleo de Ho Chi Minh a movida é mogolhom de solemne. Evidentemente nom se podem sacar fotos (nem falar, nem rirse nem nada que nom seja pasar a ritmo lento, nem parar se pode), assim que nom tenho testemunha gráfica (panda de morbosilhos). Pouco que dizer alem da experiencia de ver o cadaver de Lenine e fazer um pequeno percorrido pola parte de atrás do mausoleo, onde estam enterrados varios dirigentes soviéticos, mariscales, astronautas e demais gente importante. Como curiosidade dizer que tumba de Pepe Stalin era a única que tinha flores frescas (o resto tinha um ramilhete de claveles de plástico).
Depois fomos dando um paseio pola beira do Kremlim até as taquilhas onde se mercam os ticketes. Atopamos-nos com um monumento?¿ aos mortos da segunda guerra mundial (25 milhons de russos e russas), e pouco depois as taquilhas.

Adivinhades qual é o unico dia da semana que esta pechado? Exacto.
Visto o visto e um pouco defraudados, estar cinco dias em Moscova e nom ver o Kremlim e para meternos umhas hostias, fomos de passeio o resto do dia.
Pola noite tinhamos pensado ir a cear a um restaurante molom da cidade, em plam despedida triunfal. Depois de umha pateada por medio centro de Moscova chegamos ao restaurante para que amávelmente a pessoa da entrada nos diga que sem reserva nom há nada que fazer. Decidimos entom ir ao melhor restaurante que aparesce na guia. Já em plam sobrados. E que nos pasou, pois que em vez de entrar no palacete onde estava o restaurante entramos no do lado, umha mezcla entre mesón onde comer o pulpo e karaoke mongol. Já nos quedamos a cear.
Duas botelhas de vinho tinto depois até nos parecia molón o sitio. Os muslos cocidos de galinha com umhas patacas também cocidas, um pouquininho de caviar de salmom, umha empanadilha, umha brocheta de carne de cordeiro, umha pizza de queixo e umha cousa que parescia e sabia como o alpiste para os paxaros foi no que consistiu a cena.
Media noite sem durmir com o estómago fatal e umha pequena resaca forom as conseqüências.
Agora mesmo estou a escrever esto na sala de espera do aeroporto para colher o aviom que nos têm que levar a Sam Petersburgo. O aviom é um Tupolev. Espero que nos cambie a sorte…

Nota: Hoje comezou a nevar. Em St. Petersburgo estamos a -2 ºC
Intermezzo [ go ]
Ontem, foi um dia do mais relajado. Depois de botar mogolhom de tempo pateando e pateando moscova, decidimos que a cousa ia a ser um pouco mais relajada. Assip que nos fomos ao museio da história contemporánea de Russia (antes museio da revoluçom da URSS) e alá botamos o dia

A destacar um pouco do musseio é a possibilidade de comprar posters originais da época soviética. Nos compramos um originar de 1933, que evidentemente nom temos nem ideia do que pom, pero que estéticamente é mogolhom de chulo.
Depois do musseio nos adicamos a paseiar e atopamos umha cousa bem curiosa, resulta que Google fai publicidade em moscova… nas marquesinas!

Hoje toca Kremlim e ir a visitar a momia do Lenine, ainda que estamos com o debate moral dese é correcto ir a ver esse tipo de cousas, porque a verdade é que som bastante morbosas, nom sei…
Terceiro dia em Moscova [ go ]
Comezamos a conhecer o carácter desagradável dos rusos e das rusas. Para o terceiro dia tinhamos pensado ir a visitar o museio da cosmonautica, assim que lá fomos.

Como podedes ver na foto, o edificio é mogolhom de chulo. Bueno, o conto é que cando estavamos para entrar no museio, o senhor que estava na porta nos comunica que nom podemos entrar, que estava pechado (ou esso creemos, porque só falava em russo). Ok, saímos fora e justo miramos um par de cartazes que punham que o museio está pechado (em inglés e ruso). Dizemos, oh! e manhá estara aberto? e lá vamos a preguntar… mala ideia, o tipo da entrada comeza a berrarnos e a sinalar para os letreiros, deletreando em ruso… um esperto em relaçons com os guiris o fulano!
Depois da chafada que nos levamos, decidimos ir a visitar o antigo Parque dos logros económicos da URSS.



E esso sip que foi umha experiência demoledora. O parque era durante o periodo soviético um lugar onde as escolas levavam aos nenos de visita, e onde os orgulhosos comunistas miravam todo o que o seu povo estava conseguindo. Com a caida do sistema, o novo estado capitalista decidiu cortar a financiaçom do sitio e a cousa foi decaendo, tanto que na actualidade o que antes eram os pavilhons (há 80) temáticos sobre os logros numha area concreta, hoje é um almacem de venta ao pormenor de artigos chineses. É a monda!
Visto que a cousa nom merecia muito a pena (aparte de ver os edificios, a nave espacial e as fontes) fomos a dar um passeio num parque enorme que também está pola zona. Igualitos ao doutor Zhivago!

Depois do passeio (um par de horas das que tenho umhas maniotas interesantes), paramos a tomar umha birra num bareto dos que há no parque das exposiçons. Aparte de nós havia um rapaz noutra mesa. O tipo saca um cigarro e comeza a fumar, a camareira traelhe um cinceiro. Eu me levanto e vou pedir-lhe um cinceiro ao que a tipa me resposta a gritos que alí nom se pode fumar. Que ganas de queimar-lhe o local!
Como o outro dia, rematamos a noite no teatro Bolshoi. Hoje tocava ver Nabucco de Verdi. Cando o Va Pensiero quase se nos caem as lagrimas (sem conha). Foi mui emocionante!


Cando regresavamos para o Hotel, topamos com o supermercado mais expectacular que vim nunca. Mirade as fotos, nom tenho palavras.


Moscova: Segundo dia [ go ]
Pouco a pouco imos aprendendo algo de cirílico (sobre todo a Pili, que eu para esto dos idiomas som um completo inutil) e polo menos já sabemos ler algumha que outra letra. Paresce umha tonteria pero é de enorme utilidade para saber em que rua estás.

Este segundo dia o pasamos também pateando e colhendo o Metro. As estaçons de metro em Moscova som impresionantes!



Para hoje a ideia é ir a ver um complexo sobre os logos do socialismo soviético, o monumento os cosmonautas e o museio do exército, onde entre outras cousas está a bandeira que ondeou no Reichtag na vitória de 1945. Deixaremos para manhá a visita ao Kremlim e o de ir a rendir-lhe honores ao Lenine e ao Stalin.

De frio a cousa anda mui bem, polo de agora estamos entre +5 e +2 ºC. Sempre e cando nom faga vento a temperatura é perfeitamente soportável.
Moscova: Primeiro dia [ go ]
Moscova é umha cidade enorme. Para nós como todo está escrito em cirílico (evidentemente) a sensaçom é de ser uns completamente analfabetos. Nem sabemos leer o nome das ruas.
A intençom para o primeiro dia como contava no anterior post era patear o centro de Moscova. E esso é o que fixemos. Costar nos costou um pouco porque ao nom poder ler nada, já nos perdimos desde primeira hora. Assip um pateio de 20 minutos até o Kremlim, se converterom em tres horas de passeio. Já conhecemos perefeitamente as grandes avenidas Moscovitas!
Das cousas que me chamaron a atençom foi o pouco respeito polos límites de velocidade que tenhem estes tipos. Podes ver um Porche a mais de 200 kmph cambiando de carris (6 carris em cada sentido numha das avenidas gordas). Parece umha carreira de F1.

Outra das cousas que me chamou a atençom é a quantidade de Apple’s Store que há na cidade. Ontem pasamos por cuatro.
As actividades forom bastante improvisadas, estivemos na parte exterior do Krelim (há que pagar para entrar), na praça vermelha, na catedral de Sam Basilio e nos almacenes GUM (o centro comercial que há na praça vermelha e que é gigantesco)


A noite a acabamos como estava previsto no teatro Bolhoi vendo umha obra de ballet clásico (Gisille). Estuvo mui bem a experiência pero nom estou mui seguro de voltar a repetila. A Pili queria voltar hoje a ver o mesmo espectaculo, assim que a ela gostar gustou-lhe muito.



Também estava previsto ir a cear a um restaurante ucraniano, pero a pessoa que nos atendeu pareceu-lhe que às 22:15 era umha hora demasiado entrada na madrugada e nom nos deixou sentarnos. Assip que utilizando todos os recursos disponíveis (é dizer, indo ao único restaurante disponível na zona) rematamos cenando num restaurante árabe. A comida estuvo mui bem, com música disco em árabe soando de fondo, e cada 15 minutos com a música a todo o volume que davam os bafles e com duas bailarinas árabes fazendo a danza do ventre essa. Vou a acordar-me durante tempo da experiência.
De tránsito e primeiras impressons de Moscova [ go ]
Hoje o dia é o típico rolho de aeroportos e avions vários. De Compostela fomos a Madrid com Iberia, num voo bastante movido. Em Madrid tivemos que esperar quatro horas. Forom-se levando porque ao voar até Moscova com umha companhia de distinta rede que Iberia (imos em Siberian Airlines) houve que sair para facturar de novo. Tivemos sorte e fomos os primeiros em colher os bilhetes, assim que imos cómodamente na primeira fila de turista, podendo estirar um pouco as pernas.
Por fim estrenei as gafas para ver cinema, estivem a ver StarshipTroopers (sei, sei, pero é que num aviom nom estou para muitas cousas intelectuais). Neste aviom nom há TV, nem música nem nada de ocio. Um pouco parados estes rusos/as.
Ao final a Pili tinha razom, eram cinco horas de viagem e nom sete horas. Da gusto equivocarse com estas cousas.
Por certo, estivemos a compartir o voo com a Isinbayeva que depois de recolher o Príncipe de Asturias de deporte voltava para Moscova em Bussiness, duas filas por diante de nós. Menudo tipazo que tem! wow!
Já em Moscova e depois dos trámites de aduanas já tivemos o primero mosqueo com o cámbio de euros a rublos. Na casa de cámbio do aeroporto nos meterom umha clavada tremenda e nem nos dimos de conta. Nos clavarom um 20% de comissom
assip que nada mais empezar já nos quedamos quase sem 200 euros, porque eu, de listo, quixem cambiar todo o efectivo que levava acima.
Estamos flipando com o caro que som as cousas, eu já vinha mais ou menos conscienzado de que a cousa nom ia a ser barata mas, que umha hamburguesa valga 30 eurazos e umha botelha de Moët Chandom de 250 ml, 100 euros parece-me um auténtico roubo. A conexom a internet vale 7 euros x 1 hora. Em fim, que estes fixerom umha transiçom ao capitalismo um pouco desaforada.
Hoje o plam que temos é ir a visitar o Kremlim, patear o centro de Moscova, atopar um bom restaurante para comezar a inmerssom gastronómica e rematar o día no Bolshoi, temos duas entradas para ver Giselle, umha obra de danza. (87 euros a entrada por pessoa, já podem ser bos). Depois haver se probamos o vodka e estrenamos o ibuprofeno que trouxemos para as resacas.
Empezamos o conto [ go ]
Mais um ano, inicio o processo de ir contando a viagem de turno. Agora que ficam apenas 12 horas para colher o voo de Compostela a Madrid e depois a Moscova. Pouco falta para atravesar o ponto de nom retorno.
Esta viagem, antes de comezala, da-me os mesmos medos que quando estivemos em VietNam. A barreira do idioma é um dos principais obstáculos e a vez umha das grandes motivaçons para a aventura. Veremos como transcorre a cousa.
Empezamos, a próxima entrada o sábado pola noite ou o domingo pola manhá.

